O Ministério Público Estadual confirmou, ontem, a descoberta de mais um esquema montado para sangrar os cofres da Assembleia Legislativa (Alepa).
Além do desvio de dinheiro por meio da folha de pessoal e das fraudes à licitação para beneficiar empresas ligadas à ex-servidora e ex-integrante da comissão de licitação, Daura Hage, os promotores investigam a montagem de processos de licitação usando empresas fantasmas ou se apropriando de dados de firmas que existiam, mas cujos donos dizem não ter conhecimento que constavam como fornecedoras da Alepa.